Maria Luisa Alves da Costa, Advogado

Maria Luisa Alves da Costa

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Maria Luisa Alves da Costa, Advogado
Maria Luisa Alves da Costa
Comentário · há 8 anos
Bom dia, para fomentar a discussão e incentivar os operadores do direito suscitar a inconstitucionalidade de se não total mas de boa parte dessa.

111 - AS NORMAS INTERNACIONAIS DE DIREITOS HUMANOS EA LEI N.
13.467/2017

A reforma trabalhista prevista na Lei n. 13.476/2017 reforça vertente ideológica impulsionada na década de 1990, no Brasil, de desregulamentação dos direitos sociais e de flexibilização acentuada das relações de trabalho, ao prever, em diversos de seus dispositivos, mecanismos de supressão ou de redução do patamar de proteção social e de acentuada desarticulação dos direitos e garantias fundamentais trabalhistas.

Esse processo de desarticulação extremada das premissas constitucionais de proteção ao trabalho, promovido pela Lei n. 13.467/2017, também se apre­ senta como um processo de desarticulação do conjunto normativo de proteção aos direitos traba istas firmado na perspectiva do Sistema Inte acional de Direitos Humanos, circunstância que possibilita a submissão da referida lei ao eventual juízo de constitucionalidade e também ao eventual juízo de convencio­ nalidade - igualmente denominado de controle de convencionalidade.
Os pontos de desregulamentação e flexibilização são claros na Lei n. 13.467/2017, a começar pela rejeição à principiologia de proteção ao trabalho huma­ no demarcada pela Constituição e pelos diplomas internacionais trabalhistas.
A Lei n. 13.467/2017 viola, em grande medida, a estrutura normativa de proteção ao trabalho humano prevista na Constituição (art. 12, III a IV; art. 32,.....” pg 73.

Texto Extraído do livro:

-
MAURICIO GODINHO DELGADO GABRIELA NEVES DELGADO
.

A Regorma Trabalhista no Brasil e a Lei .

Com comentários a Lei 13.467/17
.

Leiam esse livro, Vale o esforço.
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Euclides Araujo, Advogado
Euclides Araujo
Comentário · há 9 anos
Nobres Colegas, brincadeira ou não, o ministro fez uma previsão futurista de nossa sociedade e das demais pelo mundo, não tenho nada contra a opção sexual psicológica escolhida por alguns e outros, cada um escolhe o caminho da sua felicidade. Por outro lado, não podemos olvidar de uma verdade naturalística do ser humano. Homem é homem, mulher é mulher, não importa o que façam, não há como mudar a natureza humana, suas divisões e suas definições naturais, a identidade biológica encontra-se registrada do DNA humano, não há como negá-la ou omiti-la. No Brasil, estamos vivenciando é um sensacionalismo exacerbado de alguns grupos nos meios de comunicação em torno do homossexualismo que geram toda esta polêmica, incluindo discursos de ódios e de admiração por alguns, contudo, não podemos olvidar, o homossexualismo é tão velho no mundo igual à prostituição, não há como negar. Eles possuem seus direitos? Sim, conquistaram seus direitos? Sim. Agora, ultimamente estamos presenciando são tentativas de alguns grupos de criarem uma ditadura homossexualista para impor suas vontades e opções em face dos demais que não desejam esta opção, inclusive estão querendo interferir até na educação de nossos filhos para não dizer crianças para adotarem o caminho do homossexualismo, transmitindo uma mensagem demagógica de que ser homossexual ou deixar de ser heterossexual é quase uma questão de status, ou seja, significa estar na moda, ser evoluído e por ai vai. Nossa sociedade, diga-se de passagem, heterossexual, não deseja é esta influência forçada, empurrada de garganta a abaixo, ou seja, induzir nossas crianças de forma prematura a fazer uma opção sexual de tendências das quais no futuro poderão se arrepender da escolha, pois foram influenciadas por um movimento do qual no futuro não venha a se identificar. É preciso haver respeito reciproco entre homossexuais e heterossexuais, cada um respeitando o espaço e a opinião do outro, ou seja, administrar com sabedoria a convivência entre as diferenças, despido do sensacionalismo e do abuso de direitos. Hoje em dia, qualquer critica, incluindo a construtiva em face dos homossexuais, a pessoa é taxada de homofóbica e devidamente escrachada de todas as formas, o que se traduz em uma ignorância sem precedentes. Qualquer um tem o direito de ser e optar pela sexualidade que bem deseja e quer, contudo, desde que o faça dentro de uma máxima de que “o meu direito termina quando começa o do outro”. E não tentar possuir mais direitos do que os outros porque se acha uma minoria. Se os heterossexuais estão em extinção na atualidade, não sei, mas conforme as coisas estão caminhando, a brincadeira do ministro pode se transformar em uma realidade vindoura. Deus queira que não, pois neste mundo, deve haver sempre o equilíbrio e não o aumento do desequilíbrio natural. Parabéns Ricardo por trazer esta matéria a baila.
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